
1012 | Do notch ao agente: as novidades da semana
Show notes
Neste episódio, percorremos uma leva de lançamentos independentes: utilitários que transformam o notch do Mac, ferramentas de desenvolvimento e planilhas gratuitas, agentes de IA que acompanham tarefas, assistentes para criadores e quem busca emprego, IA local que preza privacidade, treino de idiomas e pickleball, e uma pausa pela cultura gamer e coquetéis.
Linha do tempo
- 00:00:04 Abertura
- 00:00:35 O notch do Mac vira central de controle
- 00:03:49 Ferramentas de dev e trabalho local, de graça ou compra única
- 00:06:28 Agentes de IA que trabalham enquanto você não vê
- 00:09:16 IA para criadores, vendedores e quem procura emprego
- 00:11:27 IA local: contexto total no seu PC
- 00:13:07 Treino de idioma e de corpo no bolso
- 00:14:43 Gaming, cultura e diversão: do Minecraft ao Japão
- 00:17:01 Quando o lançamento próprio não converte
- 00:18:18 Encerramento
Links relacionados
- Halo
- NotchPit
- EdgeVolume
- Unboom
- DevTerminal
- SimpleSpread
- Edgee Mod for Claude Code
- Automations in Perplexity Computer
- Ayven
- Foley
- Agibot
- MePersona
- HireKey
- kōdlo
- Ghost Core
- Tori
- Pickle Sensei
- NewMinecraftServers
- Gboard Kurukuru Version
- Poke Finder
- Kooler
- shippedit.me
Este episódio é produzido pela Bri. O Bri usa tecnologia avançada de IA para transformar os feeds importantes para você em podcasts feitos para ouvir. Fale conosco em hi@bri.so.
Transcript
Sofia Almeida: Olá, bem-vindo a mais um episódio! Eu sou a Sofia Almeida.
Rafael Costa: E eu sou o Rafael Costa. E hoje o fio condutor é um só: os apps desta semana tentam ocupar espaços que antes eram desperdiçados. O notch do Mac, o terminal, a caixa de entrada, o seu próprio computador. Tudo vira superfície de trabalho.
Sofia Almeida: E a gente vai passar por cada um desses espaços, sempre com a mesma pergunta: isso resolve um problema real ou é só modinha? Vamos começar pelo espaço mais inusitado de todos.
Rafael Costa: Pois é, a gente fala do notch do MacBook, aquele recorte da câmera no topo da tela. Durante anos ele foi só um incômodo visual. Agora virou palco de briga entre desenvolvedores.
Sofia Almeida: O Halo 2.0 é o exemplo mais direto. Ele transforma o notch numa espécie de Dynamic Island, como a do iPhone. Você tem notificações ali em cima, ditação pela tecla Fn, e a parte mais curiosa: um agente integrado que funciona junto com o Claude Code e o Codex. Ou seja, o seu assistente de programação mora no topo da tela.
Rafael Costa: Tudo isso por 9,99 dólares, pagamento único. E olha, para quem programa, ter o status do agente visível sem trocar de janela pode fazer sentido, porque você fica com o terminal aberto e às vezes esquece que o agente está esperando uma resposta.
Sofia Almeida: Mas o Halo não está sozinho nesse espaço minúsculo. Tem o NotchPit, que vai numa direção diferente. Ele também usa o notch como central de controle, mas aposta em música com letras, horários de oração e 64 extensões. Também é compra única vitalícia.
Rafael Costa: São duas filosofias dentro do mesmo centímetro de tela. O Halo quer ser o centro de comando do seu fluxo de trabalho, com foco em quem usa ferramentas de IA. O NotchPit quer ser um canivete suíço do dia a dia, com algo para cada tipo de usuário.
Sofia Almeida: E o que ainda não sabemos, Rafael, é se isso cresce além dos entusiastas. Notch apps já apareceram antes, e a pergunta sempre foi a mesma: as pessoas realmente olham para o topo da tela, ou instalam uma vez e esquecem?
Rafael Costa: Essa é a questão. São dois produtos que dependem de um hábito que ninguém sabia que existia até alguém inventar. Vamos ver se a base de usuários passa da bolha de quem descobre tudo que sai de novo.
Sofia Almeida: E olha que o espaço na barra do Mac não para no notch. Tem gente explorando até a borda do trackpad. O EdgeVolume, que é open source e gratuito, deixa você controlar o volume deslizando o dedo na quente da superfície, com ícone na barra de menu. Ainda está em early access.
Rafael Costa: E se a gente pensar bem, todos esses são pedaços de uma mesma ideia: a interface do Mac tem cantos mortos, e alguém decide transformá-los em botões. No caso do EdgeVolume, é literalmente uma borda virando controle. É uma aposta arriscada, porque gesto escondido em hardware às vezes é elegante e às vezes é impossível de descobrir sozinho.
Sofia Almeida: E tem mais um app nessa mesma família de melhorias silenciosas: o Unboom. Esse resolve um problema bem específico. Ele abaixa só o bass que vem do ambiente, o chamado raumbedingter Bass, aquele som grave que as salas pequenas exageram. E importante: ele nunca aumenta, só reduz.
Rafael Costa: É 14 dias grátis, depois 19,99 dólares em pagamento único, e nenhuma transmissão de dados sai do computador. O detalhe do "nunca faz boost" é o que o diferencia, porque os equalizadores normais geralmente cortam tudo e o resultado fica sem vida. Esse só tira o excesso que o próprio ambiente criou.
Sofia Almeida: Bom, do notch e do ambiente do Mac, vamos descer para o espaço de trabalho de verdade. Porque tem um padrão nessa leva de lançamentos que eu acho interessante: apps locais, rápidos, ou de graça, ou com pagamento único. Nada de assinatura infinita.
Rafael Costa: Exatamente. Olha o DevTerminal: um terminal para macOS com uma tecla Run por projeto. Você abre o projeto, aperta Run, e ele roda. E o interessante é o reconhecimento automático: ele identifica se é Android, iOS, Web ou Backend e sabe o que fazer. Tudo por 39 dólares, uma vez só.
Sofia Almeida: Para quem trabalha com vários tipos de projeto no mesmo dia, isso elimina aquele ritual de lembrar o comando certo de cada stack. Não é revolucionário, mas ataca uma fricção pequena que aparece todo dia.
Rafael Costa: E do lado da produtividade de escritório, o SimpleSpread é talvez a declaração mais ousada da semana: uma planilha nativa para Mac, escrita em Swift, open source com licença MIT, 156 funções, e de graça.
Sofia Almeida: E tem um detalhe técnico que mostra que levaram a sério: proteção contra injeção de CSV. Isso é uma vulnerabilidade real, quando você abre uma planilha que veio de fora e células escondem fórmulas maliciosas. Planilhas grandes conhecidas já tratam disso, e ver um projeto novo nascer com isso embutido é sinal de maturidade.
Rafael Costa: O que é nativo também importa: suporte a XLSX direto, sem camada de conversão estranha. Agora, a pergunta que fica no ar é a mesma para os dois: apps locais, rápidos e de graça ou pagamento único conseguem desbancar os gigantes instalados? O Excel, o Google Sheets, o terminal que todo mundo já tem? Aí entra a história de não é só sobre features.
Sofia Almeida: E dentro desse mundo de ferramentas de dev, vale citar mais um: o Edgee Mod para Claude Code. Ele permite trocar de modelo no meio de uma sessão, com mais de 200 modelos disponíveis, mostra em tempo real quanto você está economizando, e o seu plano do Claude continua valendo.
Rafael Costa: Isso é interessante porque hoje, se você está numa sessão longa e o modelo não está dando conta, ou está gastando mais do que precisava, você tem que começar de novo ou sair da sessão. Com esse mod, você troca em voo. A economia visível em tempo real é um toque inteligente, porque custo de IA é uma dor real para quem usa intensamente.
Sofia Almeida: E se o código está resolvido, o que falta é organizar o resto do trabalho. E é aqui que a semana fica bem interessante, porque os agentes de IA saíram do modinha e começaram a trabalhar enquanto você não vê.
Rafael Costa: Vamos começar pelo Perplexity Computer Automations. A ideia são agentes de longa duração que rodam por agenda ou por gatilho. Você configura, e eles lembram de execuções anteriores. E o posicionamento deles é direto: substituir as scheduled tasks que a gente vinha improvisando.
Sofia Almeida: A diferença em relação a um cronjob comum é a memória. Um script agenda a tarefa e executa. Um agente com memória executa, lembra do que aconteceu da última vez, e adapta. Isso abre uso para coisas tipo monitorar preços, acompanhar notícias de um setor, revisar algo toda segunda-feira, sem você ter que lembrar.
Rafael Costa: Mas atenção, porque toda promessa de agente autônomo carrega um risco: confiança. Se o agente "lembra" das execuções anteriores, como ele interpreta isso? Erra? Repete? A gente ainda não tem taxa de erro em uso real, e é isso que decide se isso é útil ou incômodo.
Sofia Almeida: Agora, do agente que roda sozinho para o agente que trabalha dentro do time: o Ayven atua no Slack e no Teams como coordenador de IA. Ele acompanha tarefas por semanas, pergunta aos responsáveis como está indo, e só move prazos com aprovação humana.
Rafael Costa: Esse detalhe da aprovação é o que me deixa mais otimista. O problema dos agentes de trabalho é que eles tendem a ser ou inofensivos demais, ou perigosos demais. O Ayven fica no meio: ele pode cobrar, perguntar, lembrar, mas não toma decisão de prazo sozinho.
Sofia Almeida: O ganho aqui é menos microgestão manual. Ninguém precisa ficar dando follow-up no canal. O risco é o mesmo de qualquer lembrete automático: se ele errar o tom ou aparecer demais, as pessoas começam a ignorar, e aí o sistema morre na prática.
Rafael Costa: E dentro desse universo de IA que trabalha por você, dois apps de interface de voz completam o quadro. O Foley é uma app de to-do por voz: você fala a tarefa, ele já encaixa projeto, data e lembrete, e pergunta quando não entendeu. No desktop é de graça, com sua própria chave de API.
Sofia Almeida: E o Agibot, que é sempre ativo no Mac, roda no fundo, pergunta antes de qualquer ação arriscada, e é gratuito para sempre usando a sua própria API key. Percebe o padrão, Rafael? Esses apps de agente todos têm uma versão de "eu faço, mas confirmo com você antes".
Rafael Costa: É o mesmo contrato implícito do Ayven. Nenhum deles quer ser o agente que apagou sua pasta por engano. A tese da semana parece ser: autonomia parcial, com humano no loop das decisões que importam.
Sofia Almeida: Bom, e do trabalho em equipe, vamos para o trabalho individual de quem vive de responder mensagens e se candidatar a vagas. Aí entram duas ferramentas que atacam o mesmo gargalo: responder e se candidatar com qualidade.
Rafael Costa: O MePersona é para criadores de conteúdo. Ele unifica a caixa de entrada de várias redes numa só, e redige as respostas no seu estilo. Tem duas camadas de segurança interessantes: você aprova antes de cada envio, e é bilíngue, inglês e espanhol.
Sofia Almeida: O gargalo real do criador é o volume. Comentaários, DMs, propostas de parceria, e cada rede tem o próprio app. A proposta de centralizar e já ter um rascunho pronto é uma economia de tempo concreta. Mas a pergunta que fica é sobre a efetividade dessas respostas: uma resposta no seu estilo, gerada por IA, engaja igual a uma resposta escrita na mão?
Rafael Costa: E no outro lado da mesa, quem procura emprego. O HireKey traz a experiência de recrutadores de empresas como Microsoft, Amazon e Stripe, pelo menos é o que dizem os criadores. Oferece análise de fit com a vaga, ajuste do currículo para a posição, e um coach de entrevista por voz com IA.
Sofia Almeida: Importante frisar: a experiência dos recrutadores é uma afirmação dos criadores, não algo verificado. Mas mesmo assim, o desenho é coerente. Se um recrutador humano olha seu currículo por 30 segundos, ter uma ferramenta que otimiza para esse olhar faz sentido. A limitação é a mesma do MePersona: falta medir se as candidaturas realmente convertem em entrevistas e contratações.
Rafael Costa: E há uma pequena menção honrosa nesse mundo de IA para vendas: o kōdlo, um workspace de vendas com IA e memória compartilhada, para encontrar leads com sinais documentados, fazer pesquisa profunda e montar decks a partir dos seus próprios documentos.
Sofia Almeida: Essa ideia de memória compartilhada entre times de vendas é o diferencial em relação aos assistentes individuais. Em vez de cada vendedor ter a própria versão do contexto, o time inteiro compartilha. Mas ainda é cedo para dizer se isso vira padrão.
Rafael Costa: Agora, a ponte natural daqui é para o próximo assunto: a IA que a gente está discutindo até agora precisa de servidor, de nuvem, de API. Mas e se ela vivesse inteira dentro do seu computador?
Sofia Almeida: E é aí que entra o Ghost Core, que é o produto mais caro e mais ousado da semana: um PC de IA por 3.499 dólares, com uma RTX PRO 4000 dentro, rodando modelos de IA completamente na sua máquina.
Rafael Costa: E a promessa vai além de só rodar modelos localmente: ele constrói contexto contínuo a partir dos seus apps, arquivos e até wearables. Ou seja, o assistente "conhece" você conforme você usa o computador, sem mandar nada para a nuvem.
Sofia Almeida: Isso é a tese máxima da IA local: privacidade total, contexto profundo, sem latência de rede. Mas Rafael, eu tenho duas perguntas antes de tirar o cartão de crédito.
Rafael Costa: Eu também. A primeira: como funciona a privacidade dos dados de wearables? Isso é dado de saúde, de sono, de localização. Rodar na sua máquina é uma coisa, mas coletar esses dados continuamente é outra. E a segunda: 3.499 dólares é muito dinheiro. Para quem exatamente isso se justifica?
Sofia Almeida: É um preço de entusiasta ou de profissional que trabalha com IA de forma intensa. Não é para a pessoa que quer um chatbot. E vale dizer que a promessa de contexto contínuo precisa ser vista na prática, porque "construir contexto" pode significar muita coisa.
Rafael Costa: E o que é bonito nessa história é que a tese da IA no aparelho não é exclusividade de um PC de 3.500 dólares. Ela se repete em apps bem menores, mais acessíveis.
Sofia Almeida: Exato. Olha o Tori, um app de treino de escuta de japonês que usa as suas próprias frases. Ele tem quatro modos de escuta, cartões com repetição espaçada, histórias geradas por IA, e uma opção de IA on-device.
Rafael Costa: Usar suas próprias frases é o que faz diferença no aprendizado de idioma. Você não treina com frases de exemplo, treina com o que você realmente quer dizer. E o fato de ter opção de processamento local mostra que a tendência desceu do hardware caro para o app do dia a dia.
Sofia Almeida: E no esporte, o mesmo desenho: o Pickle Sensei é um treinador de IA no iPhone para treino solo de pickleball. Ele faz rastreamento de pose direto no aparelho, e o vídeo nunca sai do iPhone. O plano Pro começa em 7,99 dólares por mês.
Rafael Costa: O ponto em comum com o Ghost Core é o mesmo: os dados ficam no aparelho. No caso do Tori, são suas frases. No caso do Pickle Sensei, é vídeo seu se movendo. Isso é delicado, e o fato de prometerem que não sai do telefone é um bom sinal.
Sofia Almeida: O que a gente sabe até aqui é que a personalização roda em cima de dados locais. O que a gente não sabe é se isso gera progresso real do usuário. Treinar com IA é legal, mas melhorou seu japonês? Melhorou seu backhand? Nenhuma das duas ferramentas mostra evidência disso ainda.
Rafael Costa: E olha que curioso: esses dois usam IA para treinar você. E agora a gente vai para o lado oposto: apps que existem para entreter, catalogar ou experimentar. O lado mais leve da semana.
Sofia Almeida: Começando pelo lado dos jogos. O NewMinecraftServers é um diretório com 10.763 servidores de Minecraft. E o modelo de negócio é curioso: além de listar, eles dão aos donos dos servidores analytics de partidas, cliques e rastreamento de cópias.
Rafael Costa: Ou seja, a monetização é por dados. Os donos de servidor querem saber o que traz jogadores, e o diretório tem essa visão. É um nicho grande, Minecraft continua sendo gigante, e dados sobre engajamento valem dinheiro.
Sofia Almeida: E do outro lado do mundo, algo completamente diferente: o Gboard Kurukuru. É o décimo quinto experimento de teclado do Google Japão. A forma é uma esteira de teclas, literalmente um transportador com 116 teclas, feito para uso com uma mão só. É open source, e não está à venda.
Rafael Costa: Isso é pesquisa pura. O Google Japão tem essa linha de experimentos de teclado, e o Kurukuru testa uma interação completamente diferente: em vez de teclas fixas, as teclas deslizam. É o oposto do NewMinecraftServers em quase tudo: um maximiza engajamento e monetização, o outro não quer vender nada, só explorar como as pessoas interagem.
Sofia Almeida: E para fechar esse bloco mais leve, os apps soltos: o Poke Finder, uma extensão de navegador que transforma navegar na web numa caçada aos Pokémons. São 1.025 criaturas, de 9 gerações, e a coleção fica salva localmente.
Rafael Costa: É gamificação pura do ato de navegar. E tem também o Kooler, uma app gratuita de coquetéis, sem anúncios e sem paywall, com mais de 100 receitas incluindo clássicos brasileiros. O recurso inteligente é o "My Bar": você marca o que tem em casa, e ele mostra só os drinks que você consegue fazer.
Sofia Almeida: O "My Bar" é exatamente o tipo de feature que resolve um problema real: você abre a app, vê uma receita com 3 ingredientes que não tem, e fecha. Com essa abordagem, a app é útil de verdade.
Rafael Costa: Bom, e a gente terminou o tour pelas ferramentas, mas ficou um assunto pendente, e ele é talvez o mais honesto da semana. O shippedit.me é uma plataforma de lançamento de produtos cujo próprio fundador pausou o produto.
Sofia Almeida: Isso mesmo. A razão foi fraca conversão, e ele já planeja uma reposicionamento. É raro alguém admitir isso publicamente, porque a cultura de lançamento é sempre de comemorar o que funcionou e esconder o que não funcionou.
Rafael Costa: E a lição aqui é de honestidade rara: validar o negócio antes de escalar. Ele percebeu que a plataforma não estava atraindo os usuários necessários e pausou, em vez de insistir com marketing.
Sofia Almeida: O que fica em aberto é qual será a nova posição. E isso conecta com tudo que a gente falou hoje, Rafael. Nem toda ideia sobrevive à primeira versão.
Rafael Costa: Exatamente. A gente viu hoje apps que querem ocupar o notch do Mac, apps open source competindo com gigantes, agentes de IA que prometem trabalhar enquanto você descansa, ferramentas de IA local desde 3.500 dólares até apps de treino, e jogos. De todos eles, o shippedit é o único que já admitiu que a primeira tentativa não deu certo.
Sofia Almeida: E isso é um sinal de maturidade, não de fracasso. Vamos ficar de olho na próxima leva de lançamentos para ver quais dessas promessas se confirmam.
Rafael Costa: Obrigado por acompanhar, e até o próximo episódio!
Sofia Almeida: Até lá!